Thursday, 6 August 2009

An article from ambienteonline.pt

Tânia Nascimento of ambienteonline.pt recently published an article on their site that looks at the recent activity of the HLC Group of companies and takes a peek into what's in store for the future of the company.

You can find the original article here: www.ambienteonline.pt

For an English language version, you can see the Google translated version here: translate.google.com


HLC abraça vários projectos de energia

Eólica, biomassa e biocombustíveis são as áreas eleitas pela HLC no sector da energia. No sector eólico, o grupo HLC criou, em 2007, a Aeolus, com sede em Londres, Inglaterra, que conta com uma sucursal no Brasil, a Zephyr. Este veículo especial para a área do vento está a estudar novas oportunidades de negócio, nomeadamente no Norte de África, na Ucrânia e na Índia, «mas ainda não há nada de concreto», refere ao jornal Água&Ambiente Horácio Carvalho, presidente do grupo HLC. Para já os maiores esforços da empresa estão concentrados no Brasil.

«Este ano vai haver um leilão energético em Maio, que foi anunciado pelo Governo brasileiro, e esperamos entrar com 200 a 350 MW dos 700 MW que temos em carteira. Vamos a leilão para conseguir os PPA (power purchase agreement), que é o contrato de venda de energia de longo prazo, que permite depois avançar com o projecto», adianta Horácio Carvalho, revelando que, neste momento, já estão na posse dos terrenos, licenciamentos e ligações à rede eléctrica.

Também no Brasil, mas na área da biomassa, em Agosto do ano passado, a HLC participou em outro leilão, no qual a sua empresa BEN ganhou um PPA para 15 anos, para uma central de 33 MW, no Piauí, baseada em biomassa de capim elefante (semelhante à cana-de-açucar).

Interesse no biodiesel

No final de 2008, o grupo fechou uma parceria com duas sociedades brasileiras, numa esmagadora de soja (com capacidade para 120 mil toneladas anuais) e numa esmagadora de mamona (com capacidade para 60 mil toneladas anuais), sedeadas em Petrolina, no Estado de Pernambuco. Horácio Carvalho conta que entrou neste projecto «por causa do nosso sector de biocombustíveis», já que tinha estudado a possibilidade de avançar com uma central para biodiesel, em Sines. Porém, devido à conjuntura mundial e aos elevados preços dos óleos vegetais, «acabámos por desistir do projecto e ainda bem, senão hoje estaríamos falidos».

Como a empresa não foi avante com a fábrica, está actualmente a fazer operações de trading, tendo fechado dois contratos na Índia, com duas empresas de autocarros, no passado mês de Dezembro. Neste negócio, «ocupamo-nos da compra da matéria-prima, do processamento, do shipping e do cliente final. A produção é feita externamente», acrescenta.

Autor / Fonte
Tânia Nascimento

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